A América Latina é uma das regiões que mais adotam criptomoedas no mundo, e o Cone Sul lidera esse movimento por diversos fatores econômicos. No entanto, com a regulação avançando rapidamente, operar de forma declarada e legal é essencial.
O Cenário de Regulamentação e Compra
- Argentina: A compra de stablecoins (como USDT e USDC) faz parte do dia a dia dos argentinos para se protegerem da variação cambial. Exchanges locais como Lemon Cash e Buenbit oferecem cartões de débito que convertem cripto em pesos instantaneamente na hora da compra.
- Uruguai: O banco central uruguaio regula exchanges e custodiantes de ativos virtuais de forma rígida. Corretoras globais operam integradas com transferências bancárias locais.
- Chile: A lei de Fintechs chilena trouxe clareza regulatória para transações com criptomoedas, regulando exchanges e categorizando os ativos para fins fiscais.
Como Declarar Seus Ativos virtuais
Sendo residente de qualquer um dos países do Cone Sul, a posse de ativos digitais deve ser declarada na declaração anual de bens e impostos. Os ganhos obtidos na venda ou trading de criptoativos estão sujeitos a impostos locais sobre ganho de capital. Sempre consulte um especialista em tributação de criptoativos local para garantir que seu portfólio esteja 100% regularizado.